terça-feira, 20 de setembro de 2016

Três mudanças operacionais exigidas pelo DevOps

É sabido que o DevOps cria um ambiente de engenharia no qual os desenvolvedores podem ganhar mais velocidade. Em uma analogia simples, digamos que o Agile é como uma pessoa correndo – cerca de 32 quilômetros por hora – e DevOps, como uma pessoa dirigindo uma Ferrari que pode exceder 320 quilômetros por hora. Conversando com com CIO’s, aprendemos que eles se concentram em provisionamento automatizado como um aspecto importante do DevOps. E é. Mas é apenas um pequeno componente. Ter um ambiente de engenharia semelhante à aceleração de uma Ferrari exige mudanças fundamentais.
Por uma década ou mais, a comunidade de TI tem experimentado com e adoção de metodologias ágeis que tiveram origem no Vale do Silício, onde a necessidade de velocidade no desenvolvimento ajudou a desenvolvê-la. Mas foi a própria comunidade de startups de tecnologia que determinou que apenas o uso do Agile é insuficiente para atingir a velocidade de desenvolvimento desejada. Então eles começaram a trabalhar com automação em um ambiente operacional diferente. Esse ambiente é definido por software e mais facilmente visível nas ofertas na nuvem. Conhecido como DevOps, e combina este ambiente operacional definido por software com ferramentas automatizadas para fornecimento, teste e capacidade de gerenciamento. Por isso o DevOps é a materialização do Agile.
Evite a adoção de um caminho equivocado
DevOps não é apenas um conjunto de ferramentas ou metodologia. É uma revisão fundamental sobre o que o TI faz.  Adotá-lo não é algo que acontece de um dia para outro. Exige uma mudança conceitual e de modelo mental. Além de demandar conhecimento de novas práticas e uso intenso de tecnologia para automatizar ao máximo o processo de desenvolvimento de software, leva o departamento de TI a uma organização completamente diferente, a partir de uma intenção estratégica diferente. A finalidade é alinhar satisfatoriamente as entregas de TI com as necessidades dos usuários de negócios para criar valor  para o negócio. Essa é a nova promessa.
Inconvenientemente, o caminho para chegar lá é o mesmo de sempre, com a diferença de que é preciso pensar muito rápido para dirigir um carro rápido. As questões estratégicas e organizacionais são muito mais desafiadoras que o investimento em novas tecnologias. 
Portanto, a TI não pode chegar a um ambiente DevOps eficaz, que realmente proporcione os benefícios prometidos, sem investir nas mudanças organizacionais.
E o primeiro passo nesse sentido é evitar cair na armadilha de comprar um outro conjunto de ferramentas de provisionamento ou ferramentas de teste automatizado acreditando que você vai adquirindo uma Ferrari. Se você fizer isso, você estará apenas treinando para correr mais rápido em vez de dirigir um carro rápido, e é improvável que você chegue a um ambiente projetado para a velocidade.
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Como proceder
Então, quais são as mudanças operacionais fundamentais exigidas pelo DevOps?
1. Modelo de serviço integradoEle é o coração de um ambiente de desenvolvimento DevOps eficaz. Historicamente, a TI tem adotado um modelo de serviços compartilhados e organizado a partir de uma série de disciplinas funcionais, tais como data center, segurança, desenvolvimento de aplicações, manutenção de aplicações e a aquisição. Acontece que gerenciamento de TI por intermédio dessas camadas funcionais cria silos onde os usuários de negócios são obrigados a navegar. DevOps requer mudança da orientação funcional dos serviços de TI, sua organização e gestão, a partir de linhas de serviço de negócio, garantindo entrega contínua. De maneira geral o processo tradicional acumula as mudanças e faz entregas de uma vez, em Big Bangs. As famosas mudanças de releases. Já DevOps considera que as mudanças no contexto de negócio acontecem tão rápido e com tanta frequência que esperar acumular todas elas é colocar em risco o negócio.
2. Times multifuncionaisPara fazer um ambiente DevOps funcionar, você precisa organizar o grupo de TI, fim a fim, em equipes multifuncionais que respondam pelos servidores, rede, desenvolvimento de aplicações, etc, para cada linha de serviços de negócio. O trabalho é muito diferente daquele feiro por equipes de TI tradicionais, responsáveis, cada uma delas, por cada linha de serviço. Times multifuncionais em ambiente DevOps são responsáveis pelo desenvolvimento, manutenção e operação do ambiente para cada linha de serviço. Esses times são responsáveis pela realização dos objetivos dos usuários finais e valor de negócio.
Lembre-se que neste ambiente a velocidade é a nova moeda e o alinhamento com os valores do negócio é o objetivo. Para um melhor alinhamento da área de TI com os usuários do negócio, as equipes multifuncionais devem assumir a responsabilidade global pela a condução de cada linha de serviço de negócio particular ao qual dão suporte.
Hoje a TI fornece componentes standards (sejam eles na nuvem, terceirizados, em plataforma como serviço, etc). Os times podem montar os componentes ideais, alinhá-los com as necessidades dos usuários de negócio e também toná-los responsáveis pela entregas o tanto quanto possível.
3. Quadro de gestão. Você também vai precisar criar um quadro altamente integrado, elástico, para gerenciar o ambiente DevOps. Construído a partir do uso de ferramentas de automação, processos definidos por software e um modelo baseado no consumo, este quadro permitirá que os engenheiros, por exemplo, possam suprir as necessidade dos usuários de negócios com entregas contínuas, reduzindo  de 18 meses para quatro ou seis semanas o tempo decorrido do conceito à implementação e produção de um sistema. 
Finalmente, o gerenciamento de um ambiente de DevOps inclui o estabelecimento de métricas que se alinham com as necessidades, em vez da tradicional gestão por excelência e desempenho do custo funcional. Não esqueça que dos objetivos do DevOps é combater a excessiva individualidade e independência entre os desenvolvedores durante o processo de criação de um software.
O Devops padroniza o ambiente de desenvolvimento, e eventos podem ser acompanhados com maior facilidade, assim como o controle de processos documentados e emissão de relatórios e documentação do programa. Esse processo permite o desenvolvedor manter sua autonomia, sem se desligar do todo, impedindo que correções de código linha a linha sejam necessárias
Portanto, lembre-se sempre: DevOps é constituído de cultura, pessoas, respeito não apenas de acessos, ferramentas de automação, deploy contínuo, etc. E envolve novas práticas como (a) entrega contínua de novas funcionalidades, em doses pequenas, (b) uso de equipes dedicadas, cross-functional e pequenas, (c) arquitetura loose coupling, (d) ambiente automatizado por excelência, (e) integração e testes contínuos e (f) ambiente interativo e colaborativo, com usuários, operação e desenvolvimento atuando em conjunto, sem fricções entre os setores, como vemos hoje. Sem que sejam contempladas como um todo, dificilmente funcionará. 

Google pode revelar seu novo telefone em 4 de outubro

Rumores apontam que o novo telefone seria chamado Pixel e funcionaria com a nova versão do Android, de nome Nougat

AFP - Agence France-Presse
Publicação: 20/09/2016 09:49 Atualização:

O Google convocou na noite de segunda-feira a imprensa a uma apresentação no dia 4 de outubro na qual pode revelar seu esperado novo telefone, com uma versão renovada de seu sistema operacional Android.

Os convites indicam apenas a hora e o lugar, a cidade de San Francisco, embora o gigante on-line americano tenha publicado um vídeo no Twitter com a hashtag #madebygoogle, onde uma janela de busca se transforma poupo a pouco na silhueta de um telefone.

Segundo os observadores, o Google pode revelar um telefone chamado Pixel que funciona com a nova versão do Android, de nome Nougat.

Ao contrário de seus antigos modelos Nexus, que fez em colaboração com outros fabricantes, o novo telefone seria inteiramente concebido pela companhia e deve ser lançado poucos dias após sua rival Apple ter começado a comercializar seu novo iPhone7.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Qualcomm Clear Sight simula olho humano em tecnologia de câmera dupla Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/09/qualcomm-clear-sight-simula-olho-humano-em-tecnologia-de-camera-dupla


Nova tecnologia se integra ao chip de processamento de imagens Qualcomm Spectra, e promete mais nitidez para as fotos, maior alcance dinâmico de cores e menor distorção em baixa luz para smartphones com Snapdragon 820 e 821.
A Qualcomm anunciou uma nova tecnologia para câmeras duplas de smartphones que simula as propriedades do olho humano, a Qualcomm Clear Sight. Trata-se de um módulo de hardware integrado ao chip de processamento de imagens Qualcomm Spectra que usa algoritmos para juntar imagens capturadas pelas duas câmeras em uma única foto, resultando em uma imagem mais nítida e com menos ruído graças a um maior alcance dinâmico de cores e menor distorção mesmo em face a uma baixa iluminação.
A simulação das características do olho humano é explicada por PJ Jacobowitz, gerente sênior de marketing da Qualcomm Tecnologies. Segundo ele, nossos olhos possuem células receptoras em formato de cones e bastonetes. Elas capturam as cores em condições de alta luminosidade (no caso das primeiras) e de baixa luminosidade (no das segundas). “Clear Sight foi desenhada para simular as células cone e bastonete e entregar o melhor dos dois mundos, produzindo uma imagem com contraste e brilho otimizados”, explica.
A Clear Sight trabalha com duas câmeras, cada uma com suas próprias lentes e sensores e com o mesmo comprimento focal, mas uma delas captura as imagens em cores e outra em preto e branco para absorver mais luz, numa proporção três vezes maior que o sensor colorido. Quando as informações de cor são mescladas com a imagem em preto e branco, resulta numa imagem otimizada.
A nova tecnologia terá suporte nos smartphones que usem os processadores premium Snapdragon 820 e 821.

https://br.toluna.com/polls/5521917/Qual-console-mais-te-agrada?mode=results&infog=true

Ambientalista defende investimento em tecnologia de energias limpas


Márcio Santilli, do Instituto Socioambiental (ISA), pede “esforço nacional” na busca por opções para limpar e diversificar a matriz energética brasileira

Avaliar o custo-benefício de grandes hidrelétricas e buscar outras formas de geração de energia limpa são decisões acertadas do governo federal, avaliasócio-fundador do Instituto Socioambiental (ISA), Márcio Santilli. Para o ambientalista, os investimentos em conhecimento e tecnologia são capazes de superar qualquer dificuldade técnica na busca por energias renováveis.
Nesta terça-feira (20), o Brasil deposita a versão já ratificada do Acordo de Paris, durante Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. O tratado propõe reduzir a emissão de gases do efeito estufa na camada de ozônio.
“Acho que é muito acertada a decisão de partir, desde já, em busca de outras alternativas de geração para poder atender à demanda de energia no País. E acho que, diante do que vive hoje o clima do planeta, a opção tem de ser por energias limpas. Portanto, de base solar, eólica, de biomassa ou mesmo de aproveitamento da energia hídrica por meio de técnicas que não exijam o barramento dos grandes rios”, diz Márcio Santilli.
Em entrevista ao Portal do Planalto, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, explicou que o governo está aberto a avaliar o impacto de grandes empreendimentos que afetam o ecossistema. Em agosto, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) negou licença ambiental para a Usina de Tapajós por problema de documentação.
Segundo Santilli, a pesquisa tecnológica é capaz de criar formas alternativas a grandes projetos, como Tapajós.
“Nós deveríamos pensar em uma estratégia de País que estimule milhares de pequenas gerações através da geração distribuída, por empresas, por propriedades rurais, por comunidades, por residências, escolas, locais de serviços, de tal maneira que a gente possa gerar uma quantidade expressiva de energia limpa, principalmente solar, através dessa geração distribuída, de modo a substituir esses grandes empreendimentos no futuro”, disse.
“Ademais de pensar simplesmente na geração por essa ou daquela via, a gente tem de pensar no pacote completo: como as tecnologias dos meios de transmissão, a viabilidade das pessoas poderem investir, em linhas de crédito que facilitem isso. Na verdade, é uma política global que permita que esse tipo de redação possa vir, com o passar do tempo, a alcançar uma escala importante dentro da matriz energética brasileira”, concluiu.
Fonte: Portal Planalto

Exclusivo: nova tecnologia se torna arma eficiente na caçada aos pedófilos

Repórteres do Fantástico acompanharam trabalho de policiais que foram treinados para descobrir quem baixa e compartilha pornografia infantil na web.


Exclusivo: uma nova tecnologia se tornou uma arma eficiente na caçada aos pedófilos. Durante três meses, os repórteres do Fantástico acompanharam o trabalho de policiais que foram treinados para descobrir pessoas que baixam e compartilham pornografia infantil na internet. A investigação  desmascarou dezenas de homens, inclusive o acusado de ter o maior número de arquivos proibidos no Brasil. Em dois anos, o vendedor Giovanni d'Epiro, de 51 anos, baixou mais de 100 mil vídeos e fotos de sexo com crianças. Veja na reportagem especial acima.